Se não estivesse tão fora de moda... iria falar de Amor.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração, aquela dorzinha gostosa de ter muito medo de perder tudo...
Daqueles momentos que só quem já amou um dia conhecebem...
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas, mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas para doá-las no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse tão fora de moda...Eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de Fidelidade...Respeito mútuo...e aquelas outras coisas que deixaram de te valor?Aquela sensação que embriaga mais que a bebida; que éter, numa pessoa só, a soma de tudo que às vezes procuramos em muitas...
A admiração pelas virtudes e a aceitação dos defeitos,mas, sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencer, mas que cada um tem odireito de possuir...
Se não estivesse tão fora de moda...Eu iria falar em Amizade.Na amizade que deve existir entre duas pessoas que se querem bem...O apoio, o interesse, a solidariedade de um pelas coisas do outro e vice-versa.A união além dos sentimentos, a dedicação de compreender para depois gostar...
Se não estivesse tão fora de moda...Eu iria falar em Família. Sim...Família!Essa instituição que ultimamente vive a beira da falência, sofrendo contínuas e violentas agressões.Pai, Mãe, Irmãos, Irmãs, Filhos, Lar...Aquele bem maior de ter uma comunidade unida, pelos laços sangüíneos e protegidas pelas bênçãos divinas.Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias...E depois, eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como... a Felicidade.Mas é uma pena que a felicidade, como tudo mais, há muito tempo já esteja tão fora de moda e tenha dado seu lugar aos modismos da civilização...Ainda assim, gostaria que a sua vida fosse repleta dessas questões tão fora de moda e que, sem dúvida,fazem a diferença!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
sábado, 18 de julho de 2009
Eu ouvi uma frase em que dizia: “A Lua não é tão distante da Terra. A maior distância está dentro de nós mesmos”.
Parei para refletir sobre esta verdade. Como nós temos dificuldades para mudar certos hábitos!
Há quanto tempo você está tentando se transformar? Já há alguns dias, meses, anos?
Chega-se a uma conclusão que as maiores batalhas que enfrentamos não são exteriores, mas, sim, internas.
O quanto já conhecemos de nós mesmos? Quanto já conseguimos melhorar nossa ignorância, impaciência, arrogância, ansiedade, falta de solidariedade, de caridade?
E, quando falamos de caridade, não estou me referindo a bens materiais, mas à doação de um sorriso sincero, um aperto de mão verdadeiro, um abraço com energia. Coisas que não exigem tanto de nós. Porque a grande dificuldade que encontramos é de nos doarmos.
Por que não fazer tudo com mais prazer? É... Reforma íntima não é fácil, mas precisamos continuar tentando e policiar qualquer pensamento negativo.
Parei para refletir sobre esta verdade. Como nós temos dificuldades para mudar certos hábitos!
Há quanto tempo você está tentando se transformar? Já há alguns dias, meses, anos?
Chega-se a uma conclusão que as maiores batalhas que enfrentamos não são exteriores, mas, sim, internas.
O quanto já conhecemos de nós mesmos? Quanto já conseguimos melhorar nossa ignorância, impaciência, arrogância, ansiedade, falta de solidariedade, de caridade?
E, quando falamos de caridade, não estou me referindo a bens materiais, mas à doação de um sorriso sincero, um aperto de mão verdadeiro, um abraço com energia. Coisas que não exigem tanto de nós. Porque a grande dificuldade que encontramos é de nos doarmos.
Por que não fazer tudo com mais prazer? É... Reforma íntima não é fácil, mas precisamos continuar tentando e policiar qualquer pensamento negativo.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
- O Rio e o Oceano -
(Osho)
(Osho)
mesmo antes de um rio cair no oceano
ele treme de medo.
Olha para trás,
para toda a jornada,
os cumes, as montanhas,
o longo caminho sinuoso
através das florestas,
através dos povoados,
e vê à sua frente
um oceano tão vasto
que entrar nele nada mais é
do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano
é que o medo desaparece.
Porque, apenas então,
o rio saberá que não se trata
de desaparecer no oceano.
Mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento
e por outro lado é renascimento.
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